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Professores lutam por direitos definidos em convenção

O deputado Carlos Giannazi protocolou requerimento na Comissão de Educação e Cultura da Alesp, da qual é membro efetivo, exigindo a oitiva do presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo. "Queremos que ele venha explicar os ataques que vêm sendo desferidos contra direitos trabalhistas dos professores assegurados em convenção coletiva". O parlamentar relatou que a atual convenção foi construída, em um processo de 20 anos, pela luta dos sindicatos de professores da rede particular (Sinpro) e da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp). Assim, consagra direitos e condições mínimas de trabalho para os profissionais da educação. "Agora, com a reforma trabalhista do governo Temer e com a Lei da Terceirização, que precarizou o trabalho em todo o Brasil, o patronato aproveita-se da situação para fragilizar as relações de emprego nas escolas particulares. É um verdadeiro atentado à dignidade dos professores", lamentou. Segundo o líder do PSOL, as escolas privadas pretendem reduzir recesso e férias e aumentar a carga horária sem aumento salarial, além de cortar bolsas de estudos dos filhos de professores. "Essa precarização refletirá na qualidade de ensino", alertou. Entre as medidas de apoio à mobilização do magistério, Giannazi realizará audiência na Alesp com a presença do presidente da Fepesp, Celso Napolitano.
13/04/2018 (00:00)
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